Museu de Salazar, Não!

Também por este meio, a APJD dá conta da Nota Informativa para os órgãos de comunicação social com a posição da Associação sobre a intenção de criação do Museu dedicado ao ditador Oliveira de Salazar apelidado de “Centro Interpretativo do Estado Novo”.

A criação, primeiro de um museu, de seu nome Salazar, e depois de um “Centro Interpretativo do Estado Novo”, colide frontalmente com a Constituição da República Portuguesa, que proíbe qualquer tipo de organização ou manifestação fascista. A APJD é frontal e activamente contra qualquer forma de recuperação, branqueamento, normalização ou condescendência da imagem do fascismo.

Formação de Magistrados

A propósito da publicação da Lei n.º 80/2019, de 2 de Setembro, a APJD dá a conhecer a sua posição sobre algumas alterações introduzidas no currículo formativo obrigatório para o ingresso e formação contínua dos magistrados.

Reconhecendo os avanços verificados, a APJD relembra que ainda há caminho a fazer em matéria de formação dos agentes da justiça, em particular dos magistrados, no sentido da humanização da justiça.

Fascismo Nunca Mais!

Também por este meio, a APJD dá conta da Nota Informativa para os órgãos de comunicação social com a posição da Associação em relação ao encontro de organizações de extrema direita no dia 10 de Agosto de 2019 em Lisboa.

A APJD reitera o seu repúdio em relação ao referido encontro e saúda todas as organizações democráticas que estão na linha da frente ao combate ao fascismo e às ideias que promove.

Esta luta é mais importante do que nunca!

Activistas espanholas acusadas judicialmente por solidariedade com o povo palestino

A APJD chama a atenção para a situação em que três activistas espanholas solidárias com a causa palestina se encontram por terem recolhido fundos para o povo palestino.

O processo judicial de que são alvo foi movido pela Audiencia Nacional, sendo as activistas acusadas de colaboração com organização terrorista, baseada na recolha de fundos com destino à reconstrução de instalações de saúde destruídas pelo exército israelita, que além disso causou milhares de mortos e de feridos em 2014 e 2015.

Pode encontrar mais informação aqui e no site do MPPM.