“Holocausto nunca mais”, não pode, porém, ser um slogan meramente nominal ou de ocasião.

A história só vale pelo ensinamento que a mesma nos proporciona para dela se tirar o ensinamento para o futuro, rumo à uma convivência de paz e felicidade entre os homens. O ensinamento há-de porém valer erga omnes.

Por isso, a verdadeira homenagem a tudo quanto o Holocausto representa exige que a sua metodologia seja perenemente repudiada por todos nós. O paradoxo da história reside, porém, na circunstância dessa metodologia estar a ser seguida pelo Estado de Israel aviltando o povo palestiniano.

Confira a opinião do associado Bernardo Colaço publicada no jornal Público de 28/05/2021 disponível na secção “A Palavra aos Associados”.