«A Directiva nº 4/2020, da Sra. Procuradora-Geral da República, veio espantar os magistrados(as) do Ministério Público, que se sentiram atingidos na sua autonomia no exercício das suas funções, tal como vem definida na Constituição, no Código de Processo Penal e no seu Estatuto.»

Confira a opinião do associado António Bernardo Colaço sobre a matéria na secção “A Palavra aos Associados“.